Meliponário Escola

O Brasil abriga mais de 250 espécies de abelhas nativas sem ferrão. Elas polinizam a flora nativa e diversas culturas agrícolas, com destaque para o cultivo protegido, onde são especialmente eficientes. A meliponicultura, sua criação, é uma prática de origem indígena, anterior à chegada da abelha europeia ao Brasil. Além do papel ecológico e agrícola, os méis produzidos apresentam composição distinta e potencial bioativo investigado na pesquisa científica.

 

O Meliponário Escola é a área experimental da Escola de Agronomia da UFG dedicada a essas abelhas. Criado em 2022 como o primeiro meliponário didático do estado de Goiás, está instalado dentro do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE/UFG), escola de educação básica da Universidade. A área reúne colônias de espécies nativas do Cerrado mantidas em caixas racionais, entre elas jataí, jataí acreana, tiúba, mandaçaia, mandaguari, iraí, marmelada, mocinha preta e lambe-olhos. É também um santuário de abelhas resgatadas: colônias retiradas de situações de risco encontram ali um local seguro, com manejo técnico e acompanhamento contínuo. 

 

Atividades desenvolvidas

 

  • Resgate e acolhimento de colônias SEM FERRÃO. Atividade central da área. Colônias retiradas de situações de risco são acolhidas, recuperadas e mantidas sob manejo técnico. O projeto conta com autorização do órgão ambiental estadual para realizar o resgate de forma legal.
  • Fornecimento de insumos para pesquisa. O Meliponário Escola cede colônias, abelhas e produtos para estudos sobre biologia, genômica, própolis e qualidade de méis, e segue aberto a novas parcerias com pesquisadores e grupos de pesquisa de outras instituições.
  • Formação de estudantes e Capacitação técnica. Aulas práticas, cursos, oficinas, estágios, iniciação científica e extensão.

 

Contato

 

As solicitações devem ser feitas pelo formulário: [FORMULÁRIO DE CONTATO]

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeGdQlEK_xi3vN7smERbcDtckWIWQiB5QtFsPcNJiCxEI3iow/viewform 



Coordenação: Gisana Cristina Alves Bueno, Prof.ª Tatianne Ferreira de Oliveira e Guilherme Martini Souza Nunes Miguel.

Imagem meliponário Gisana