Projeto GYGA

Rafael Battisti, Professor da Escola de Agronomia, participou de reunião do projeto mundial GYGA

Criada em 10/02/20 13:37. Atualizada em 10/02/20 13:38.

Nos dias 29 e 30 de janeiro de 2020, ocorreu, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP), em Piracicaba - SP, reunião do projeto Global Yield Gaps Atlas (GYGA), que consiste na colaboração internacional de agrônomos, com o intuito de produzir dados relativos a sistema de produção, solos e controle de clima para a colheita, em seus respectivos países. O projeto conta com a colaboração das seguintes instituições participantes: Universidade de Nebraska-Lincoln, dos Estados Unidos da América; Universidade de Buenos Aires, da Argentina; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP); Universidade Federal de Goiás (UFG); e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

A terceira reunião, que foi realizada no Brasil, contou com a divulgação dos resultados de potenciais de produtividade e de produção de alimentos para as culturas da soja, milho, arroz e cana-de-açúcar. O projeto avaliou, com relação aos últimos dois anos, o potencial e as perdas de produtividade para essas culturas, demonstrando o grande potencial do Brasil em suprir a população mundial por meio da sua produção de alimentos. Os resultados obtidos, por país, inclusive relativos ao Brasil, podem ser encontrados no site www.yieldgap.org.

Nesse contexto, o Prof. Dr. Rafael Battisti representou o grupo Núcleo de Pesquisa em Clima e Recursos Hídricos do Cerrado (NUCLIRH) da Escola de Agronomia da UFG, atuando como especialista na área de modelagem para a cultura da soja. O Professor contribuiu principalmente para as avaliações realizadas no sistema de produção encontrado no Cerrado. Outro ponto abordado foi a capacidade de produção de alimentos pela intensificação da produção nas áreas existentes atualmente, evitando-se, assim, a necessidade da abertura de novas áreas.

O grupo também estabeleceu os próximos passos do projeto e definiu como próximo objetivo conseguir identificar as principais fontes de perda de produtividade para as culturas da soja, milho, arroz e cana-de-açúcar. Foram definidos, assim, quais são os campos de pesquisa a serem abordados de forma prioritária, para que os recursos sejam direcionados de forma adequada, aumentando-se a sua eficiência de uso e a produção de alimentos de forma sustentável.

 

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